Você já apareceu por aqui?

Mostrando postagens com marcador Auxiliar. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Auxiliar. Mostrar todas as postagens

Conhecendo a FCC - Semana 05


Olá, meu povo!

Sabadão de muita chuva em Porto Velho, mas, como dizia Cazuza: “o tempo não para”.
Já estamos entrando na 5ª Semana FCC. Com essa, já temos 15 questões da Fundação Carlos Chagas para você aprender, treinar e conhecer o estilo da banca, para não ser surpreendido na hora da prova.
Essa semana, escolhi questões que envolvem a parte de Lógica Proposicional, Estruturas Lógicas . São as seguintes:
1. questão envolvendo a proposição condicional, que apareceu na prova de Auxiliar da Fiscalização Financeira II do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE/SP), aplicada em 2015:
Considere a afirmação condicional: Se Alberto é médico ou Alberto é dentista, então Rosa é engenheira.
 Seja R a afirmação: ‘Alberto é médico’;
 Seja S a afirmação: ‘Alberto é dentista’ e
 Seja T a afirmação: ‘Rosa é engenheira’.
 A afirmação condicional será considerada necessariamente falsa quando
(A) R for falsa, S for verdadeira e T for verdadeira.
(B) R for falsa, S for falsa e T for falsa.
(C) R for falsa, S for falsa e T for verdadeira.
(D) R for verdadeira, S for falsa e T for falsa.
(E) R for verdadeira, S for falsa e T for verdadeira.

2. alguém lembra como trabalhar com uma proposição que apareça “condição suficiente” ou “condição necessária”? Pois é, vamos dar uma olhada na questão da prova de 2013 de Auditor Fiscal da Receita Estadual da Secretaria de Estado de Fazenda do Estado do Rio de Janeiro (SEFAZ/RJ):
Um indivíduo ser contador é condição suficiente para ele ter condições de trabalhar no ramo de Auditoria. Assim sendo,
(A) os indivíduos que têm condições de trabalhar no ramo de Auditoria sempre são contadores.
(B) todos que têm condições de trabalhar no ramo de Auditoria são contadores.
(C) é possível que alguns contadores não tenham condições de trabalhar no ramo de Auditoria.
(D) um indivíduo que não tem condições de trabalhar no ramo de Auditoria nunca é contador.
(E) a maioria dos indivíduos que tem condições de trabalhar no ramo de Auditoria são contadores.

3. #paranuncamaiserrar uma questão de Estruturas Lógicas da FCC, vamos ver uma da prova de Analista Judiciário – Área Administrativa do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP / MS), de 2016:
Considere verdadeiras as afirmações abaixo.
I. Ou Bruno é médico, ou Carlos não é engenheiro.
II. Se Durval é administrador, então Eliane não é secretária.
III. Se Bruno é médico, então Eliane é secretária.
IV. Carlos é engenheiro.
A partir dessas afirmações, pode-se concluir corretamente que
(A) Eliane não é secretária e Durval não é administrador.
(B) Bruno não é médico ou Durval é administrador.
(C) se Eliane não é secretária, então Bruno não é médico.
(D) Carlos é engenheiro e Eliane não é secretária.
(E) se Carlos é engenheiro, então Eliane não é secretária.

E lá se foi mais uma Semana FCC! E se você quiser participar, manda um e-mail para mim (endereço no final do post, ok?) que terei o maior prazer de comentar sua questão, ok?

----------------------------------------------------------------------------------
Beijo no papai e na mamãe,
PH
beijonopapaienamamae@gmail.com
Facebook: Paulo PH Henrique
Instagram e Telegram: @professorpauloh
Youtube: www.youtube.com.br/paulohmq
Twitter / Periscope: Paulo PH Henrique ou @paulohmq


FCC trouxe uma questão diferente

Olá, meu povo!

No último dia 6, a Fundação Carlos Chagas (FCC) aplicou a prova para provimento do cargode Auxiliar da Fiscalização Financeira II, Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE/SP).

E uma das questões me chamou atenção porque a banca 2 assuntos bem incomuns nas provas de concurso:
- negação da disjunção exclusiva
- equivalência da bicondicional

Mesmo sendo incomum, mas nos nossos estudos do EuVouPassar, falamos que:
~(p v q) = (p <-> q)
~(p <-> q) = p v q
Ou seja, a negação da disjunção exclusiva é uma bicondicional;
e a negação da bicondicional é uma disjunção exclusiva

Agora temos a parte mais incomum ainda:
(p <-> q) = (p ^ q) v (~p ^ ~q)
(p <-> q) = (~p ^ ~q) v (p ^ q)

Digamos que temos a seguinte proposição:
Pedro ganha a bola SE E SOMENTE SE ganhar a bicicleta

Daí, podemos dizer de uma outra forma:
Pedro ganha a bola E ganha a bicicleta
OU
Pedro NÃO ganha a bola E NÃO ganha a bicicleta
A outra forma é só trocar de posição as conjunções, ok?

Para não restar nenhuma dúvida, montemos também a Tabela Verdade:
p
q
~p
~q
p ^ q
~p ^ ~q
(p ^ q) v (~p ^ ~q)
V
V
F
F
V
F
V
V
F
F
V
F
F
F
F
V
V
F
F
F
F
F
F
V
V
F
V
V

Mesma Tabela Verdade da bicondicional, não é mesmo?

Agora que mostramos as regras, vamos dar uma olhada na questão da prova.

Considere a afirmação:
Se Kléber é escritor, então ou João é biólogo ou é matemático.
Uma afirmação equivalente é:
(A) Se João não é biólogo e é matemático, então Kléber não é escritor.
(B) Se João não é biólogo nem matemático ou se João é biólogo e matemático, então Kléber não é escritor.
(C) Se João é biólogo e não é matemático, então Kléber não é escritor.
(D) Se João é biólogo e não é matemático ou se João não é biólogo e é matemático, então Kléber não é escritor.
(E) Se João é biólogo e matemático, então Kléber é escritor.

Temos que:
Kléber é escritor = KE
João é biólogo = JB
João é matemático = JM

Assim:
KE -> (JB v JM)

‘Inverte e Nega’, meu povo!
~[(JB v JM)] -> ~KE

Aqui já cabe um alerta: vejam que a 2a parte da condicional tem ~KE, ou seja, Kléber não é escritor. Logo, a alternativa E já está fora, ok?

Continuando, a 1a parte da condicional traz uma negação da disjunção exclusiva. Já vimos que é nossa bicondicional, não é mesmo?
[(JB « JM)] -> ~KE

Agora é a hora da equivalência da bicondicional!
[(JB  ^ JM) v (~JB  ^ ~JM)] -> ~KE
Ou
[(~JB  ^ ~JM) v (JB  ^ JM)] -> ~KE

Traduzindo:

Se João não é biólogo E João não é matemático OU se João é biólogo E João é matemático, então Kléber não é escritor.


Resposta: letra B.

----------------------------------------------------------------------------------
Beijo no papai e na mamãe,
PH
ph@euvoupassar.com.br
Facebook: Paulo PH Henrique II
Instagram: @professorpauloh
Youtube: www.youtube.com.br/paulohmq

O 'Beijo no Papai e na Mamãe...' no Facebook:


(Atualização em 22/12/2015): a equivalência da bicondicional estava com erro, mas já arrumei.

Auxiliar de Serviços Gerais - Prefeitura de Limoeiro/PE


Olá, meu povo!

Já falei inúmeras vezes, tanto aqui no blog, como em artigos e aulas no EuVouPassar, que as questões de sequências lógicas necessitam de um brilho a mais do nosso ‘Olho de Thundera’, pois, por mais que pareça repugnante tal ato, mas nós temos que entrar na cabeça do ‘Ser Mau’ e descobrir de onde ele tirou tal sequência.

Na questão de hoje, enviada pelo colega Fábio, foi retirada da prova de Auxiliar de Serviços Gerais da Prefeitura Municipal de Limoeiro/PE, realizada pelo Instituto de Desenvolvimento Humano e Tecnológico (iDHTec) em 2011.

Observe a sequência numérica
1,2, 2, 3, 3, 5, 4, 7, 5, 11, 6, 13, 7...
Qual a soma dos dois próximos números?
(A) 16
(B) 18
(C) 21
(D) 23
(E) 25

E aí, alguém se habilita??? Só um pequeno detalhe: a questão foi utilizada em uma prova de nível fundamental...

Bom, vou dar uma forcinha...
1,2, 2, 3, 3, 5, 4, 7, 5, 11, 6, 13, 7...

A sequência em azul ficou bem tranquila, não? O próximo número será 8!
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7 => 8

Já a sequência em vermelho precisaria de um pouquinho mais de atenção. É a sequência de números PRIMOS!!! Logo, o próximo número primo é o 17!
2, 3, 5, 7, 11, 13, => 17

Assim:
Soma dos dois próximos números = 17 + 8 = 25

Resposta: letra E

Beijo no papai e na mamãe,

PH

Auxiliar em Administração – IFCE


Olá, meu povo!

Os colegas Evanderson e Jamile participaram do concurso do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnológia do Ceará (IFCE) para o cargo de Auxiliar em Administração e pediram o comentário de algumas questões da prova.

Dei uma olhada e escolhi uma bem legalzinha para postar aqui no blog. Vamos ver!

Cinco números de três dígitos tiveram seus algarismos trocados por símbolos, de tal forma que algarismos iguais foram substituídos por símbolos iguais. O resultado da substituição aparece no quadro abaixo.

Se quatro desses números são 125, 358, 437 e 717, que não aparecem necessariamente nessa ordem, o outro número é:
(A) 245.
(B) 324.
(C) 438.
(D) 592.
(E) 818.

Questão tipicamente lógica! Vamos ‘conjecturar’:
(1) dois números terminam com 7 (437 e 717) e somente 2 figuras terminam com o mesmo símbolo: a seta para cima. Então, seta para cima = 7.
(2) descobrindo isso, conseguimos enxergar que a 1ª figura, que traz 2 setas para cima é o 717. Logo, 3 linhas paralelas = 1.
(3) como 3 linhas paralelas = 1 e temos o número 125, olhamos para a 2ª figura e descobrimos que o círculo = 2 e o sinal de + = 5.
(4) como o 717 é a 1ª figura, o 437 será a 4ª (lembrem-se da seta para cima!). Logo, o qudrado = 4 e o símbolo x = 3.
(5) sobrou o 358, que será a 5ª figura, já que aparecem o símbolo x e o sinal de +. Concluimos que o triângulo = 8.

Arrumando a figura, temos:

A única figura que não tinha sido preenchida foi a 3ª. E encontramos o número 324.

Resposta: letra B.

Beijo no papai e na mamãe,

PH
ph@euvoupassar.com.br